Talvez voce pense que eu vá falar sobre overclocking de processadores, ou alguma maneira de obter uma maior velocidade de seu processador, sem expô-lo aos riscos de uma sobre-carga. Não, nada disso. O overclocking a que me refiro neste post é o overclocking mental, ao qual tenho me exposto nos últimos dias. Desde agosto eu venho seguindo numa rotina de matar. Agora, passado esse período turbulento (e que me rendeu uns bons trocados no fim do mês) eu e alguns amigos combinamos sair para uma aventura. Cada um abandonaria sua rotina, e iriamos acampar as margens do rio Cuiabazinho, na região da Coqueiral. Talvez voce pense ser uma grande folga essa nossa, mas todos concordamos que quando ficamos sujeitos a um certo nivel de stress durante um determinado tempo, nosso trabalho não rende mais aquilo que era pra render. E que, se mesmo expostos a tal nivel de stress prosseguirmos com nossa rotina diária, tal como acontece a um processador, nossa tendência é chegar a um ponto que não conseguiremos fazer mais nada. Esse ponto foi na terça passada. Após uma consulta ao medico, depois de uma crise de dores de cabeça, além da lista (enorme) de remédios, um período de descanso seria essencial pra a solução do meu problema. Nada que 4 dias fora não pudesse resolver ![]()
Pegamos estrada na quinta-feira a tarde, logo depois do expediente. O Dênis, meu amigo e companheiro de trabalho, se encarregou de me substituir na sexta-feira. Armamos o acampamento na sexta pela manhã, e passamos o dia inteiro pescando e aproveitando a tranquilidade da margem do rio. Entre risadas e muita diversão, depois de alguns escorregões por causa da margem molhada do rio, sairam alguns peixes. Nada tão grande que merecesse ser citado aqui. Só a tristeza de uma fisgada perdida em um pacú, e alguns piaus e peraputangas que viraram almoço.
Ok, e o que isso tem em haver com programaçao? Tudo! Voce deve concordar comigo que é muito chato trabalhar com uma ferramenta que não tem um bom desempenho, certo? Quem trabalha com ferramentas de corte, deverá mantê-la sempre bem afiada se quiser trabalhar bem. Programadores tem o pessimo hábito de pensar que suas principais ferramentas de trabalho são seus rápidos e eficientes computadores. Na verdade não é. A principal ferramenta de um programador é a sua mente. Não adianta você ter o mais veloz dos computadores, se a sua mente, por causa do stress, não for capaz de desempenhar corretamente sua função. Um programador stressado é semelhante a um carpinteiro com ferramentas em péssimo estado. Pode até conseguir fazer alguma coisa, mas levará o dobro do tempo necessário, com metade da qualidade que ele seria capaz de garantir com ferramentas em melhor estado. Cuide bem da sua mente, e cuide pra nunca submeter-se por muito tempo a uma rotina muito puxada. Overclocking mental pode até valer apena financeiramente, mas nenhum dinheiro pode pagar a satisfação que um bom descanço pode te dar. Pense nisso!
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Olá a todos.
Fiquei um tempo sem escrever, mas por favor, não condenem este
simples e humilde programador por isso. Tenho motivos, e motivos justos! ^^
Depois de ter me formado Bacharel em Teologia em 2005, tirei o ano de 2006 pra me dedicar à alguns projetos pessoais e a minha igreja. Porém, agora em 2007 recebi uma proposta irrecusável: Fazer um outro curso superior de Sistemas de Informação. O chefe do setor onde trabalho conseguiu para mim uma bolsa de estudos de 75% do valor do curso. O curso que sairia por R$450,00 mensais, ficou em R$110,00 mais as despesas mensais com ônibus (a faculdade fica em outra cidade). No total, eu vou desenbolsar mensalmente apenas R$200,00!
Rotina alterada completamente, vou ter que me desdobrar em 5 pra dar conta do recado. Quem é programador ou profissional da área da informática sabe do que estou falando… Essa nova rotina me traz a mente aquela cena do filme “Matrix” onde o agente Smith cria vários clones seus para dar conta da luta contra Mew. Como será que ela faz aquilo?!
Há algum tempo que eu venho tentando trocar de celular. Sempre entrava no Mercado Livre para pesquisar sobre os modelos de celulares mais atuais, preços, e sempre comparava as vantagens e desvantagens de cada modelo. Cheguei a me apaixonar por um Smartphone da Palm: O Treo 650. Um casamento perfeito entre Handheld e Celular. Assim eu o descreveria. Porém, nem sempre podemos ter tudo o que queremos, então fiquei só na vontade…
Ok. Negócio feito, e aqui estou eu de celular novo. Finalmente aposentei o velho Nokia 1110 que já me acompanhava a mais de um ano, e estou agora um pouco mais parecido comigo.
Se não bastassem os recursos que já vem de fábrica, meu amigo Google me disse que existe a possibilidade de expandir ainda mais os recursos dessa belezinha. Após uma conversa que durou um dia inteiro, o Google me ensinou como fazer modificações para que o meu celular reproduzisse as MP3 usando o iTunes, sem falar no estilo totalmente diferente que ele ganhou. No sistema original, ele era capaz apenas de tirar fotos com uma resolução máxima de 640×480. Agora, com o novo sistema, ele além de tirar fotos, tb grava vídeos. Pena que a gravação é limitada ao tempo de 1:28m. Mas o Google andou me falando que existe uma forma de tirar essa limitação. Ainda estou estudando isso…
Eu descreveria o E398 como um ótimo celular para curiosos. Ele possibilita que você faça alterações no seu sistema operacional, utilizando alguns softwares facilmente encontrados na internet e no eMule. Porém, vale lembrar que, qq alterações dessa fará com que você perca TOTALMENTE a cobertura da garantia. Então, se você é um feliz proprietário de um E398 assim como eu, só faça essas alterações se você tiver a ABSOLUTA certeza do que está mexendo.
O E398 é um ótimo celular… Mas não é bom o suficiente pra esquecer o meu sonho de consumo “telefonístico”. Ainda quero um Treo!





